O QUIPROQUO' ENTRE ISRAEL E OS PALESTINOS ©



Mas essa turma da motivada tendência direitista as vezes é surpreendente...

Tudo bonitinho quando, antes mesmo da virada do século XX, iniciou-se a
grande aglomeração de israelitas na então chamada Palestina (nome oriundo
do antigo povo Filisteu que habitou a região no Sec.V AC e endossado mais
tarde quando do dominio Romano). Acontece que nesta região achava-se
também radicada uma expressiva população de Árabes, Beduinos e  Drusos.
Quando se deu o quebra-quebra em 1948, muitos deles fugiram ou foram
desalojados pelos  israelenses, muita terra foi comprada como, também, no
meio da confusão, muito território acabou sendo incorporado. Claro, foram os
árabes que provocaram a Guerra da Independência, como todas as outras
sucessivas guerras e o preço que pagaram, como todos os derrotados em campo
de batalha, foi serem despojados da porção territorial que tinham
originalmente recebido (e recusado) no Acôrdo de Partilha da Palestina
aprovado pela ONU em 1947.

Só os extremistas inflexíveis em Israel jamais iriam concordar em reconhecer e
votar a favor de um estado palestino. Além de pragmático, e' um ponto-de-vista
arcaico que não mais tem lugar dentro da realidade dos fatos reinantes na
região. Fico imaginando quais seriam as consequências e a posição de um
governo direitista israelense, SE os Palestinos topassem assinar um acôrdo de
paz, com todos os requisitos militares suficientes para salvaguardar a
integridade de Israel. Acontece que - convenci-me - os árabes vivendo em Israel  
embarcaram num processo nacional altamente sofisticado e dissimulativo para
instabilizar os orgãos governamentais do país e para tanto estão se valendo de
medidas de há muito em curso: (*)

1) Alta porcentagem de natalidade entre os muçulmanos em geral, chegando a
uma media de 4,7 filhos por familia;

2) Educação anti-Israel férrea, tanto no seio da familia, como nas escolas e
doutrinação cívica, física e paramilitar para todos os rapazes e moças;

3) Fortalecimento do Islamismo na maioria dos países, principalmente
europeus, implantação das leis muculmanas e da Sharia, para ganhar o máximo
de influencia política, aumentando assim a pressão antissemita e anti-israelense
no mundo.

4) Propaganda maciça e subsídios milionários à imprensa internacional para
denegrir e debilitar a imagem de Israel da maneira a mais ampla possível;

5) Contrôle quase que absoluto nas votações da ONU, cujos membros têm
sistemática e repetidamente condenado o Estado de Israel por motivos
improcedentes e distorcidos;

6) Incentivo ao terrorismo e ataques consecutivos de foguetes e granadas contra
as fronteiras de Israel, com a finalidade de minar a moral da população civil;

7) Atuação política baseada na disseminação de "cortinas de fumaça", evasivas
diplomaticas falsas e tendenciosas, calunias, mentiras e comportamento de
"vitimas do agressor sionista", exigências sem fim de direitos inexistentes e
historicamente deturpados, reclamantes da ausência da paz com Israel mas os
últimos a criar as condições minimas para alcançá-la;

8) Centralização dos principios nacionais sob o contrôle das notorias
organizações terroristas "Hamas", "Hizbollah" e outras menores, significando na
pratica jamais atingir as condições que permitiriam um acôrdo de paz com
Israel, ao contrário, seguir as linhas estatutarias daquelas organizações
criminosas, qual seja a destruição do Estado Sionista com a eliminação de seus
cidadãos, afogando-os nas aguas do Mediterrâneo (segundo declarações
sustentadas pelos próprios);

9) Desenvolvimento contínuo de celulas terroristas entre os árabes,
cidadões de Israel, muitas das quais vem sendo regularmente desmantelas pelas
fôrças de segurança do país, enquanto que outras tem cometido atentados,
raptos e assassinatos;

10) Contínua penetração na infra-estrutura burocratica dos orgãos municipais e
nacionais em geral, para planejamento de atividades nocivas à nação, incluindo
ingresso em grande escala nas instituições universitárias e nas fileiras judiciais,
policiais, eleição de representantes árabes extremistas para o Knesset
(Parlamento), penetração de homens árabes na miscegenação social, através de
casamentos e mesmo imposição à força contra moças israelenses, etc.etc.

11) Uso permanente da tecnica da dessimulação de comportamento, através da
qual é licito (segundo o Koran) mostrar-se servil, simpatico, prestativo, todo
sorrisos, etc. quando a finalidade é alcançar determinada meta ou vantagens
em pról dos interêsses islamicos, incluindo violência;

12) Subtrair o máximo de vantagens, quer licita ou ilicitamente, da estrutura
social administrativa de Israel, atraves de declarações e testemunhos falsos
perante as autoridades do Impôsto de Renda, Fundo Social, de Pensão e de
Saúde, Seguros em geral, etc.etc.
Alguns dos  fenômenos descritos acima envolvem também a população
israelense em geral, se bem que segundo dados constantes nos arquivos
policiais e judiciais do país, indicam que a população árabe se sobressai,
proporcionalmente, por expressiva porcentagem, de conformidade com casos
julgados em Tribunais de Israel.
por Salo Yakir - outubro 2010