

| Cada vez fico mais abismado com a quase total impotência da policia de por um fim na anarquia criminal do Brasil, mais notadamente no Rio de Janeiro e em SP. Que tragam o exército, a policia federal ou quem fôr preciso para acabar com este absurdo. Em Israel a coisa é diferente: A criminalidade publica é baixíssima. Já a guerra com os árabes e palestinos é politica, pois estes ultimos são radicalmente contra a presênça israelense na região. Eles fazem seus atentados, o IDF contra-ataca. Os mortos entre eles é na proporção de 1:10, não porque os israelenses são sanguinarios; isso simplesmente acontece porque os terroristas se alojam de preferência nos centros habitados pela população civil, tentando evitar de serem capturados ou mortos. Com isso também conseguem dar a falsa impressão ao mundo de que os palestinos estão sendo "massacrados" pelo exercito de Israel (IDF). Agora mesmo, os terroristas estão disparando suas "katiushas" (foguetes russos) de dentro de vilarejos onde se concentra uma grande população de civis, que não tem nada a ver com a guerra e que acabam sofrendo o pior. O termo "Chizbala'" - com "ch" grutural é o usado em hebraico. Hezbolah é mais usado pela imprensa internacional; ambos significando a mesma coisa . Alguns dados: O grupo Hezbolah foi fundado em 1982, com o apôio e treinamento militar por parte dos Guardas Revolucionários do Irã. Trata-se de um grupo militante armado que primordialmente combate as tropas israelenses e seus aliados libaneses. É-lhe atribuida a proeza de ter conseguido forçar a retirada do IDF do Libano, em Maio de 2000. A decisão da retirada, no entanto, foi do então primeiro-ministro israelense, Ehud Barak, que ocupava o cargo de Chefe Geral das Forças Armadas e fez desta iniciativa um dos principais objetivos de seu governo. A base de apôio do Hezbolah encontra-se entre os muçulmanos libaneses shiitas, particularmente no sul, no vale de Bekaa oriental e nos subúrbios de Beirute. O grupo esteve ligado aos atentados à bomba contra as casernas dos fuzileiros americanos em Beirute em 1983, que resultou na morte de 241 americanos e é liderado pelo sheique Hazan Massralah, que conseguiu se impôr ao governo libanes e espalhou seus combatentes terroristas na zona sul do Libano, mantendo absoluto contrôle sôbre esta vasta área fronteiriça com Israel. Esteve igualmente por detrás dos atentados contra dois edifícios da embaixada dos Estados Unidos em Beirute, em 1983 e 1984, que resultaram na morte de mais de 80 pessoas. Acredita-se por outro lado que o Hezbolah seja responsavel pelo rapto de varios cidadãos estrangeiros no Libano. Para os Estados Unidos, o Hezbolah é uma organização terrorista, um rótulo que é entretanto categoricamente rejeitado por Abdalah Kassir, um dos 12 membros do Hezbolah com assento no parlamento libanes (!) O govêrno israelense e esta organização terrorista têm uma longa lista de contas a acertar e parece que com as ultimas provocações do Hezbolah, um confronto mais sério está por se consumar. |