

Israel sempre esteve disposto a reconhecer e a votar a favor de um Estado Palestino: O desejo é sincero; porém, politicamente falando, até o mais modesto entre os subalternos do parlamento israelense está farto de saber que os lideres fanaticos árabes palestinos nunca tiveram nem nunca terão a intenção de assinar um acôrdo de paz genuíno com Israel. Os parlamentares sabem, os partidos políticos israelenses sabem, o povo sabe. Enquanto isso, o que realmente ocorre no fôsso politico-economico que separa as partes envolvidas, é um drama tragi-comico, onde os principais protagonistas, os Palestinos radicais (leia-se Hamas, Hezbolah e outras organizações terroristas menores) atuam de maneira piegas numa peça de teatro surrealista perante o mundo. Durante anos seguidos, tem vendido aos países membros da ONU, a prêço de ouro pago à imprensa internacional e acionando uma campanha publicitaria cinica e deturpada, a imagem de "povo sofrido, perseguido e oprimido" pela vilã Israel, que, segundo seus estatutos, deve desaparecer do mapa e todos os seus habitantes afogados no Mediterrâneo. Os sucessivos governos israelenses atingiram o limite de sua paciência por saber quais os reais propósitos dos Palestinos e tem participado da farsa grotesca encenada pelos lideres árabes devido à salvaguarda dos legitimos interesses nacionais de sobrevivência, pressionado que tem sido pelos USA e a comunidade européia. Mesmo agora, o piegas e pseudo-dramatico pronunciamento do Presidente da PLO, Abu Mazen (leia-se fantoche do Hamas e do Hezbolah), esta semana na ONU [setembro 2013], é a continuação do sofisticado embuste que ainda está conseguindo boa aceitação por parte dos governos do mundo hipócrita e monetariamente motivado. Israel sempre esteve e sempre estará preparado para o pior perante os palestinos e os árabes em geral. Enquanto isso, participa do grande ensaio geral pela pretensa paz no Oriente Medio e assim o faz puramente por motivos estratégicos e de segurança globais. |
A VELADA FARSA PELA PAZ PALESTINO-ISRAELENSE © |